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GESTÃO DO TEMPO: COMO CONSEGUIR MAIS COM MENOS

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Garanta já a sua vaga, o tempo voa !!!!

Abraços e um excelente fim de semana.

Dieter Kelber – Presidente Executivo

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O CLIMA ACELERA; AS SOLUÇÕES, NÃO.

Por Harald Hellmuth
[photopress:hh.jpg,full,alignleft] Quando algo não progride, cabe perguntar pelas razões. E não se chega muito longe quando se fica limitado a uma constatação de má vontade, ganância, irresponsabilidade, ou algo outro nas “outras partes”. Cabe perguntar se a própria abordagem não contém algum defeito oculto. Espero que os leitores concordem, pois de outra forma esta minha iniciativa estará condenada ao descarte, antes mesmo de concluída.
Pergunto: É devido a algum acordo internacional que se têm desenvolvido atividades na direção da Sustentabilidade? É por falta de acordos mais exigentes que não ser tem progredido mais ou se deixará de progredir?
Acredito que vocês possam concordar com a afirmação, que ações na direção do que se intui seja a Sustentável, são motivadas por uma percepção de Responsabilidade pelas futuras condições de vida neste planeta. Observação: Em textos meus, proponho o que seria uma Situação Sustentável. A limitação das emissões antrópicas de GEE – Gases Geradores do Efeito Estufa – à capacidade de seqüestro da natureza faz parte dessa situação, evidentemente. Mas se trata de uma meta parcial para a Situação Sustentável.
Acontece que Responsabilidade não é, por natureza, uma categoria negociável. Cada um só desempenha as responsabilidades, que percebe, e isso voluntariamente. E as responsabilidades não variam com o sujeito. Por conseqüência a formulação “das responsabilidades compartilhadas, mas diferenciadas” é, conceitualmente, uma aberração. Não há como negociar compromissos de ação responsável; todas as ações deveriam ser por si responsáveis…..com referência às conseqüências, sempre existentes no futuro. Complementarmente, as ações de países soberanos não são cobráveis. Se estas afirmações forem consistentes, não há como esperar “resultados” da babilônica e bizantina discussão que se instalou desde 1992 na Cúpula no Rio de Janeiro. Havia a intenção esperta de chantagear emocionalmente os países mais desenvolvidos por subsídios. Hoje está evidenciado que o Brasil não carece de “auxílios para o desenvolvimento”.
Qual seria a resolução do impasse para a aceleração do desenvolvimento na direção de uma situação socialmente e ambientalmente sustentável? Resposta: O desempenho voluntário do melhor esforço de contribuição possível, ou seja, da instituição do exemplo a ser seguido. É esta a atitude que configura a liderança. Neste sentido o Brasil ainda é vilão.
É vilão porque, como hoje muitos devem saber, dispõe das melhores possibilidades de sair da posição de um dos maiores poluidores para próximo da condição de sumidouro líquido de GEE num prazo bastante curto – antes de 2020 – a custos, melhor, investimentos muito baixos, sem comprometer o desenvolvimento econômico e até mesmo promovendo a ocupação e a renda. No entanto, no Plano de Energia 2030 a energia eólica ocupa uma posição marginal, mas se prevê a instalação de muitas usinas hidrelétricas na Amazônia, cultivando o sofisma de que se geraria energia limpa por desconsiderar o efeito de destruição da floresta. Da mesma forma mesmo o Estudo de Baixo Carbono para o Brasil 2010, executado pelo Banco Mundial foi forçado pelas autoridades a considerar um desmatamento considerável ainda durante a década 2020. Trata-se de uma condição de vilão soberana a serviço, não da sociedade, mas de interesses que muitos também conhecem.
Então, meus amigos leitores, não dá mais para esperar para “ver em que dá isso tudo”, mas cabe agir, para que todos se empenhem cada vez mais. Como? A primeira vista parece que o cidadão não tem poder nenhum para induzir uma mudança no comportamento das autoridades. Todavia, no Egito e na Tunísia acabaram de provar que ser difícil não significa ser impossível. O que aconteceria se os cidadãos se mobilizassem para uma pressão sobre as autoridades através das ONGs e dos jornalistas “especializados”?
H.H

Abraços a todos do INSADI TEAM e não deixe de consultar os nossos programas de treinamento, benchmarking educacional na área de BPM.

INSADI 10 ANOS DESENVOLVENDO PESSOAS E PROCESSOS

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SOBRE A LOGÍSTICA DA GERAÇÃO EÓLICA NO BRASIL.

Por Harald Hellmuth

[photopress:hh.jpg,thumb,alignleft] Sabe-se que o potencial de geração eólica no Brasil é da ordem de grandeza de toda a potência hoje instalada. No entanto, o Poder Público se posiciona de uma forma no mínimo reticente diante desse potencial. No Plano de Energia 2030 o aproveitamento da energia eólica recebe um tratamento apenas marginal, enquanto se prevê a exploração total da geração hidrelétrica na Amazônia 1. As críticas ao procedimento do governo na imprensa têm se tornado mais freqüentes e mais contundentes 2. Mas não se formulou ainda uma visão da exploração intensiva da energia eólica, apesar do noticiário sobre os rápidos aumentos da capacidade de geração instalada com esta tecnologia na China, nos Estados Unidos, na Europa e mesmo na África do Norte. Segue uma avaliação do possível progresso no Brasil.

Adota-se como base de referência uma capacidade de produção e instalação de uma indústria na ordem de grandeza de 200 turbinas eólicas com 5 MW de potência por ano. Uma organização com este perfil instalaria 1000 MW por ano. Para tanto haveria de produzir por semana em média 4 “kits” compreendendo, principalmente, 12 pás, 4 conjuntos de acionamento, 4 geradores, 4 conversores, sistemas de regulação, 4 torres, 4 fundações, transformadores. Teria também de coordenar os transportes e executar as montagens dos 4 kits e interligações ao sistema de transmissão. Uma estrutura industrial assim dimensionada e operando a plena carga durante diversos anos teria, sem nenhuma margem de dúvida, alta produtividade e forneceria os produtos a preços atrativos. Cabe ao Poder Público estabelecer e manter as premissas para tal operação.

Pode-se admitir que no Brasil conviveriam no mínimo 3 estruturas com esta capacidade. Portanto, instalar-se-iam cerca de 3.000 MW em capacidade de geração eólica por ano. Neste ritmo de investimento as três estruturas estariam ocupadas por 40 anos, avaliando-se o potencial explorável, cautelosamente, em 120.000 MW. Admitindo-se que em paralelo seriam exploradas outras possibilidades de melhorar a disponibilidade de energia elétrica, a saber, o aumento da eficiência energética, a redução das perdas no sistema de produção, a repotenciação de instalações envelhecidas, a cogeração com biomassa, biogás e solar, os 3.000 MW adicionais de energia eólica por ano satisfariam plenamente as necessidades do crescimento econômico.

Cabe acrescentar, que em virtude da grande demanda global por unidades de geração eólica, que está sendo impulsionada pela preocupação pelas Mudanças Climáticas, caberá à indústria instalada no país fabricar e instalar esta formidável capacidade de geração eólica. Seria uma indústria independente de influências conjunturais e do mercado externo, além de uma ocupação estável no mercado de trabalho. Seria em si uma contribuição para o desenvolvimento econômico e social – sustentável.

Observa-se que a realização dessa visão tornaria supérfluas as incursões na Amazônia para a construção de usinas hidrelétricas e a construção de longas linhas de transmissão, sempre deletérias ao bioma.

H.H.

P.S. – Não deixe de consultar os programas de treinamento do INSADI, benchmarking educacional na área de BPM.

INSADI 10 ANOS DESENVOLVENDO PESSOAS E PROCESSOS

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A respeito da energia nuclear.

Por Harald Hellmuth
[photopress:hh.jpg,thumb,alignleft] Enquanto se argumenta em oposição a medidas, decisões e políticas sem apresentar – e expor à crítica – soluções alternativas não se tem direito a reconhecimento de objetividade. Isso vale também para os protestos contra centrais nucleares.
Relembremos: A tecnologia de geração de energia elétrica com fonte na fissão nuclear foi desenvolvida movida pela esperança de se obter energia abundante independente das fontes fósseis carvão, petróleo e gás natural. Hoje estas fontes estão em questão também em virtude dos problemas das Mudanças Climáticas.
Os articuladores da discussão pública estariam desempenhando um louvável exercício de objetividade caso reconhecessem que os reatores no Japão resistiram a um terremoto mais forte que previsto, mas foram vitimados pelos estragos causados por um maremoto – tsunami – de magnitude não imaginada nos serviços auxiliares de alimentação elétrica. Não houve falha humana e os sistemas de proteção funcionaram. Caso os muros de proteção tivessem 12 m de altura, nenhum dano teria ocorrido. Ocorre que os muros devem ser dimensionados em primeiro lugar para a proteção da população. O fato de esta muito simples constatação ainda não ter emergido nos comentários por si só comprova que, na situação de consternação e espanto reinante, as articulações ainda não são equilibradas e objetivas.
Ninguém é vidente. Mas em vista dos fatos e das circunstâncias citadas é razoável considerar que as soluções para a maior segurança dos sistemas auxiliares serão formuladas e instaladas, voltando as avaliações da tecnologia à situação anterior ao tsunami. No mundo todo, inclusive no Brasil, dever-se-á conviver com a existência da tecnologia nuclear e seus riscos, para o que é preciso abandonar os recursos de argumentações sofistas. Argumentações unilateralmente incompletas também configuram leviandade e baseiam em soberba.
Até hoje é pouco percebido, que o uso da liberdade de expressão, uma característica fundamental da democracia, implica em responsabilidades, inclusive pela objetividade nas argumentações.
Ficou para o fim a questão dos resíduos radioativos. Seria útil que se divulgasse como procedem os franceses. E também o fim que dão os russos aos reatores dos submarinos atômicos descomissionados.
HH

Grande abraço do INSADI TEAM

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Uma pequena estrela no Horizonte?

Por Harald Hellmuth
[photopress:hh.jpg,full,alignleft] Há pessoas que escrevem – jornalistas, comentaristas, professores etc. – por dever de ofício. Se não se manifestarem morrerão de fome. Não podem ser sempre felizes nas afirmações, principalmente diante de acontecimentos surpreendentes. Ficam presos a preconceitos.

Eu fiquei muito impressionado com as demonstrações no Egito: Nem um sinal de arruaça, de violência…de inimizade. Muita organização e disciplina mesmo sem orientação por lideranças, ou seja, espontânea. Persistência. Entendimento tácito com os soldados nos tanques. Eu fiquei sabendo da pouca renda de quase todos. Fiquei sabendo também, que a indústria automobilística alemã mantém uma porção de fabricações no Egito.

Antes, na Tunísia houve um fenômeno igual.

Em minha opinião, o preconceito de que árabe é “cabeça de bagre” veio abaixo. Viu-se que não estão fixados num islamismo extremista. Eu penso que a reforma de imagem é muito bom para todos. Não existe povo por princípio de classe inferior. [Aliás: Em parte Hitler se impôs explorando recalques sociais internos e da incúria do Tratado de Versailles. O pessoal da época era diferente do de hoje e do que derrubou o Muro de Berlin?]

Quem sabe, se, sem se darem conta, os tunisianos e o egípcios desacreditaram os terroristas suicidas? Tiveram sucessos e aplausos, enquanto os outros só colheram mortes e repúdio. No Iraque os sujeitos de boa fé, que devem ser a maioria, devem estar exultantes.

Não é imaginável que, caso houver um desenvolvimento econômico razoável no norte da África, os árabes migrarão de volta da Europa para os países de origem? Um norte da África economicamente fortalecido exportando energia eólica e heliotérmica para a Europa, provida de maquiladoras, com agricultura de auto-sustentação, algum reflorestamento e turismo além do petróleo não é uma Fata Morgana; é razão para uma esperança, que estava faltando.

Eu penso, que os americanos nem sabem bem ainda – ninguém sabe – o tamanho do presente que receberam para facilitar a soluções para uma série de problemas. Quanto mais discretamente ajudarem, maior será o efeito…..também no Paquistão e no Afeganistão. E o que estará se passando na cabeça dos jovens iranianos?

HH

grande abraço INSADI TEAM.

obs. E sem perder a oportunidade, mais umainformaçao importante.
Na terça – feira dia 22 de Fevereiro, teremos aqui no Insadi um workshop de “ELABORAÇAO DE INDICADORES DE PROCESSOS” se programe.
Veja as informaçoes detalhadas no Curso & Palestra aqui no site.

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Sustentabilidade – Horizontes de Prazo. Estados – Política Econômica

Por Harald Hellmuth
ParteII: Do trajeto.
[photopress:hh.jpg,full,alignleft] O que é possível hoje adiantar, com razoável probabilidade de acerto, sobre o trajeto da cena atual à situação desejável?

Todos os problemas percebidos no contexto da Sustentabilidade estão de alguma forma interligados, de forma que os progressos alcançados na direção de uma meta refletem positivamente em relação às demais metas. A meta mais claramente definida é, sem dúvida, a da limitação das Mudanças Climáticas. Estabeleceu-se uma consciência compartilhada de urgência de ações.

Estados – Governos – autoritários têm, em princípio, uma maior agilidade em desenvolver projetos de grande abrangência e impacto. De fato a China, causadora de 16,4% das emissões globais [dados de 2005] (*S5), sob o impacto da poluição atmosférica causada pelo carvão mineral, emprega energicamente todos os recursos para restringi-las. No entanto, até agora a expansão frenética da geração de energia, necessária para o crescimento da economia a taxas da ordem de 10% aa., ainda tem resultado num aumento das emissões. Não se tem notícia de previsões sobre prazos em que a solução dos problemas sociais, a superação da pobreza, estará amadurecida a ponto de permitir menores taxas de crescimento e, em conjunto com a continuada implantação de tecnologias mais eficientes estancar o crescimento, talvez reduzir, as emissões.

Sediando maior economia do mundo, os Estados Unidos respondem por 15,74% das emissões de GEE globais (*S5). Sendo a maior economia do mundo, com a mais alta renda por habitante e também um IDH muito alto, não existe pressão por aumento da geração elétrica. As emissões tenderão a diminuir em conseqüência dos desenvolvimentos difusos. Mas existem – ainda – resistências no Congresso, articuladas por parte das empresas dos ramos de carvão e petrolífero, que dificultam a aprovação de leis para a reestruturação da matriz energética. Esta é uma das razões da recusa dos Estados Unidos de se comprometer com metas de redução das emissões de GEE nos fórums internacionais. Da exploração do potencial de energia eólica e solar poderia resultar a retirada de operação de todas as usinas termelétricas a carvão mineral. A transformação da tecnologia veicular será imposta pelo mercado, e progredirá paulatinamente, em todos os países.

A União Européia (UE) é a região em que os melhores progressos foram feitos até o presente na redução das emissões de GEE: De 1990 a 2005 as reduções alcançaram 7,9%. Isto significa que mediante algum esforço a meta de 15% de redução até 2012 pode ser atingida. Em julho de 2005 a Comissão Européia propôs um plano para reduzir o consumo de energia em 20% até 2020 e de aumentar a participação das energias renováveis para 12% até 2010. O efeito combinado das duas medidas seria uma redução em cerca de 30% das emissões de GEE no mesmo período. Este plano está orientado à criação de novos empregos e a consideráveis economias de gastos com energia, assim favorecendo a competitividade européia no mercado global 1. A União Européia (27 países) causa cerca de 12,8% das emissões globais (*S5).

Observa-se, que
- tanto a motivação pelas preocupações com as condições de vida no futuro – a Responsabilidade – como a motivação pela ocupação no curto prazo – Economia – estão presentes nos esforços para a contenção das Mudanças Climáticas.
- as tecnologias disponíveis são aplicadas em todas as sociedades simultaneamente, independente da forma de gestão das economias – liberal de mercado e democrática ou de planejamento central e ditatorial. Os receios de “dificuldades de acesso a tecnologias” por parte das economias menos desenvolvidas se revelaram infundadas.
- os investimentos necessários são altos nas economias desenvolvidas, não havendo margens significativas para doações.

As regiões comentadas acima respondem, conjuntamente, por cerca de 44,8% das emissões de GEE, e reúnem por volta de um terço da população mundial. Outros 26,5% das emissões são produzidos por um conjunto de 7 países, que somam aproximadamente outro um terço da população mundial. Brasil, Índia, Japão, Rússia e Indonésia estão nesse grupo. Como demonstra esta amostra, estes países / sociedades têm condições econômicas, sociais e naturais muito diversas, razão porque o seu desenvolvimento e as possibilidades de contribuir para a redução das emissões precisam ser analisadas para cada um em separado. Próximo a 100 países não contribuem individualmente com mais de 0,1% das emissões globais. Os quase 30% de emissões não somadas acima se distribuem por cerca de 70 países com populações em geral pouco numerosas e pobres. Todos se beneficiarão de forma difusa dos progressos da tecnologia.

Mais difíceis são considerações sobre progressos relativos à meta social de superação da pobreza e à meta da adequação do consumo de recursos naturais (*8). É compreensível que faltem conceitos sobre o bem-estar (consumo) desejado das diversas sociedades, em particular de contingentes carentes. As abordagens são de cunho filantrópico e se não paternalista ou mesmo ideológico. Não se debate ainda a auto-sustentação através de ocupação com produtividade suficiente para que a renda suporte o bem-estar considerado satisfatório, critério não constante no IDH. Por conseqüência, os progressos na “direção certa” são lentos, com exceção da China e da Índia.

Não está equacionada a produção de alimentos condizente com uma Situação Social Sustentada de alcance global. Não há orientação sobre a compatibilização das áreas dedicadas à produção de alimentos, à produção de biocombustíveis e de coberturas florestais. Existe o conhecimento da interrelação dos assuntos das emissões de GEE, da importância das florestas – LULUCF -, da conservação da biodiversidade, da produção de alimentos, da produção dos combustíveis orgânicos e da química baseada no etanol. Mas é preciso confiar que o aumento das percepções dos problemas e da percepção da Responsabilidade nas diversas sociedades resulte em ações soberanas nos espaços nacionais, como resultado de pressões da cidadania.

As discussões suscitadas pela crise financeira de 2008 são um exemplo eloqüente da impossibilidade de se estabelecer num uma “governança global” (*8), mesmo num prazo considerado “médio”. Falta por parte do sistema financeiro uma percepção de Responsabilidade pelo Bem-Estar-Público. Os primeiros impulsos neste sentido estão sendo feitos atualmente na Zona do Euro, que compreende 17 países da União Européia.

Conclusões.

Embora caminhando “na direção certa” muito falta para que as ações sejam mais enérgicas. Ainda as ações são motivadas quase exclusivamente pelos problemas ambientais. Com exceção da China, e possivelmente da Índia, as questões sociais, principalmente a ocupação, não ocupam ainda o primeiro plano das atenções. Considera-se que seriam solucionadas através do crescimento econômico. Algumas abordagens, como o crescimento econômico através do aumento do consumo, são imediatistas e equivocadas com relação à Sustentabilidade.

Provavelmente, as metas de reduções de emissões de GEE até 2020 de 30% em comparação com as emissões em 1990 serão atingidas pela Alemanha, Reino Unido e alguns outros países da União Européia (*1). Isto significa que os resultados serão bons para toda esta região de sociedades desenvolvidas. Além de se posicionarem como benchmark com este desempenho, por sinal voluntário, eliminarão a possibilidade de argumentações escapistas por outras sociedades. Em grande parte tal sucesso será devido a ações difusas estimuladas e, parcialmente, subvencionadas pelos Estados, que têm regimes políticos democráticos e populações com percepções bastante agudas dos problemas ambientais. Contribuirão ainda a aprovação da prolongação da operação das usinas atômicas na Alemanha, a substituição de carvão por gás natural na geração termelétrica, a expansão da geração eólica e a evolução da tecnologia veicular. Caso amadurecerem, as tecnologias de seqüestro de CO2 e da geração heliotérmica, elas só deverão contribuir significativamente num horizonte de prazo mais longo. Uma tendência á diminuição da população contribuirá para a redução das emissões ao lado do aumento da eficiência energética, da produtividade do carbono e da mudança da matriz energética para os resultados positivos. No plano da gestão econômica pode se esperar que a observação das “boas práticas recomendáveis” será imposta na região do Euro, que tende a se expandir, por consenso entre os diversos países.

É mais difícil prognosticar o desenvolvimento das emissões de GEE nos Estados Unidos, mas é justo admitir que o benchmark europeu tenha algum efeito. Discute-se atingir até 2035 uma participação de energia renovável de 80% na energia consumida. As emissões das centrais termelétricas remanescentes podem ser consideravelmente reduzidas. Num futuro próximo os subsídios a empresas petroleiras serão eliminados. A transformação da estrutura de geração, transmissão e distribuição de energia geraria a ocupação necessária para o equilíbrio da economia. É previsível que a contribuição das ações difusas para o aumento da eficiência energética será equiparável à que ocorrerá na União Européia. E em conseqüência do inexorável desenvolvimento da tecnologia veicular os Estados Unidos se livrarão da dependência da importação de petróleo. Resumindo: Embora evoluam com atraso em comparação com a União Européia, os Estados Unidos dispõem de um enorme potencial de redução das emissões de GEE e acabarão tendo de realizá-lo, seja no interesse próprio, seja pressionados pela opinião pública das demais sociedades.

Admitindo que a realização das metas de reduções de emissões nas sociedades desenvolvidas, hoje grandes poluidoras, nos prazos citados não seja fantasiosa, abrir-se-ão espaços para aumentos de emissões onde forem incontornáveis para o resgate de numerosos contingentes humanos da pobreza, sem colocar em risco os limites de concentração de CO2e na atmosfera (*S1).

Neste sentido a responsabilidade por contribuições por parte de países como o Brasil e a Indonésia fica em evidência pela comparação das listas de países maior emissores com (*S5) e sem (*S6) consideração do LULUCF: Considerando-se as emissões causadas por desmatamentos e pela produção agro-pastoril o Brasil e a Indonésia estão nas posições de quarto e quinto maiores emissores, das quais caem respectivamente para as décima oitava e décima quinta posições quando estas causas não são contabilizadas. Conjuntamente estes dois países respondem por cerca de 10% das emissões globais.

Referências:(*numero)

1. Hellmuth, Harald – Mudanças Climáticas: Metas necessárias e as percepções no Brasil, 10.2009, em Ensaios sobre “Como acelerar o Desenvolvimento Sustentável, Ensaio VIII, inédito..

2. McKinsey&Company – Caminhos para uma economia de baixa emissão de carbono no Brasil, McKinsey&Company, São Paulo, 2009.

3. Grupo Banco Mundial – Estudo de Baixo Carbono para o Brasil –2010, de Gouvello, Christophe et alt

4. Marin, Denise C. – Obama fala em liberdade; China, em soberania, em O Estado de S.Paulo, 19. 01. 2011.

5. Chan, Sewel – Crise financeira de 2008 poderia ter sido evitada, The New York Times, reproduzido em O Estado de S.Paulo, 27.01.2011 Pág. B8.

6. Gall, Norman – O Terremoto Financeiro, Elsevier Editora Ltda, Rio de Janeiro,2010.

7. Brown, Lester R. – Plan B 2.0: Rescuing a Planet under Stress and a Civilization in Trouble http://www.earth-policy.org/books/PB2

8. Novaes, Washington – “Vencerá o mais forte o mais solidário” em O Estado de S.Paulo, 4. 02. 2011, pág. A2.

Sites:

S1. http://ipcc.ch Intergovernmental Panel on Climate Change – Climate Change 2007: The Physical Science Basis Climate change Impacts, Adaption and Vulnerability

S2. Stern, Nicholas Stern Review: The Economics of Climate Change,2006.
http://www.hm-treasury.gv.uk/independent_reviews/ stern_review_economics_climate_change/

S3. McKinsey&Company Pathways to a low-carbon economy. http://www.mckinsey.com/clientservice/ccsi/pathways_low_carbon_economy.asp

S4. Carbon Disclosure Project http://cdproject.net

S5. http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_greenhouse_gas_emissions

S6. http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_carbon_dioxide_emissions

HH

Abraços à todos e bom final de semana

obs… NOVA TURMA!!!!
Não perca essa oportunidade,LIDERANÇA NO CONTEXTO DO AMBIENTE DE BPM.
Dia 15 de Fevereiro no INSADI
Informaçoes em cursos no site.

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Sustentabilidade – Horizontes de Prazo. Estados – Política Econômica

Por Harald Hellmuth
Parte I: Introdução

[photopress:hh.jpg,thumb,alignleft] Está bastante disseminada uma percepção, um sentimento, da necessidade de ações mais enérgicas nos âmbitos nacionais e globais para a contenção das mudanças climáticas e a simultânea superação da pobreza. Tais ações dependem do estado de desenvolvimento alcançado e da poluição causada por cada sociedade, além dos recursos naturais e tecnológicos de que dispõe. Elas não dependem só de tecnologia.

Quanto às mudanças climáticas, tais percepções difusas ficaram calçadas por metas quantificadas de concentração de gases geradores do efeito estufa – GEE – no estudo publicado, em 2007 (*S1), pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas – IPCC – e pelo estudo econômico de quantificação dos custos dos efeitos das mudanças climáticas e dos custos das ações de mitigação, encomendado pelo governo britânico, e conhecido como Relatório Stern S2, de 2006 (*1).

Tais metas são globais. Mas as ações são sempre locais, ou seja, localizadas nos espaços nacionais. As decisões correspondentes serão, por natureza, soberanas. Isto significa, que as motivações para as iniciativas estarão fundamentadas nos interesses econômicos nacionais percebidos pelos agentes econômicos e pelos Estados.

Com o objetivo de oferecer uma informação objetiva sobre as possibilidades de atuação de cada sociedade e critérios de prioridade para decisões, a empresa consultora McKinsey&Company desenvolveu uma sistemática – “Pathways to a low-carbon economy” (*S3), que já foi aplicada para uma série de países, inclusive o Brasil (*2).

Esta sistemática foi também utilizada pelo Banco Mundial no Estudo de Baixo Carbono para o Brasil – 2010 (*3), que aborda a questão em maior profundidade que no trabalho da consultora e elabora diversos cenários para suporte de decisões políticas.

O texto seguinte será dedicado a considerações sobre metas no espaço global. Num texto seguinte procurar-se-á situar o Brasil no contexto global.

Da cena atual.

O grande número de mudanças velozes, acontecimentos surpreendentes e inovações tecnológicas, que acontecem simultaneamente, são desconcertantes no plano dos responsáveis por decisões econômicas e políticas, e mais ainda para os cidadãos.

Entre as mudanças em evolução figuram as mudanças de percepção em relação à Sustentabilidade, ou seja, às condições de sobrevivência das espécies, particularmente da espécie humana. Alguns marcos dessa evolução estão citados na Introdução. Pela primeira vez dados irrefutáveis demonstram a interdependência de todas as sociedades diante de uma ameaça – e de um interesse – comum.

É natural que tais novas percepções causem perplexidades. Se por um lado é percebida uma extensão de Responsabilidades do ambiente nacional para a comunidade global, as medidas de mitigação e de adaptação, que se impõem como necessárias, muitas vezes confrontam práticas, hábitos e interesses estabelecidos. Não deve surpreender se algumas das reações se revelarem equivocadas na medida em que alguns progressos são alcançados. Não deve surpreender que o desenvolvimento das instituições nacionais relacionadas às novas percepções – legislação, órgãos públicos inclusive ministérios, novos empreendimentos, etc. – seja demorado. Mais demorado ainda deverá ser o desenvolvimento de instituições supranacionais.

No plano dos Estados e seu Governos se defrontam percepções históricas e problemas prioritários radicalmente diversos. Assim:
- Os Estados Unidos, a atual maior potência econômica e militar, é uma sociedade de imigrantes das mais diversas origens, participou e ainda protagoniza o desenvolvimento tecnológico, representa o modelo de sociedade democrática com economia liberal fundamentada no individualismo e na iniciativa privada, é o berço da formulação dos Direitos Humanos. Deve-se ao vigor da economia e à fé nos valores a vitória sem guerra no confronto como o sistema totalitário de planejamento central da ex-União Soviética, que resultou na libertação dos países do leste da Europa. Hoje existe um gradiente natural de aproximação da Rússia à União Européia. A principal preocupação atual do governo dos Estados Unidos é a manutenção da situação de conforto – bem-estar – alcançada. É natural que a percepção dominante possa ser expressa na idéia da Liberdade (*4).

- A principal preocupação de um governo da China é o resgate de centenas de milhões de seus habitantes da pobreza. Com este objetivo estimula e tem conseguido manter um crescimento da produção em nível espantosamente alto ao longo das últimas décadas. Para tanto tem servido a baixa remuneração do trabalho combinada com a manutenção do câmbio desvalorizado para manter uma parcela muito de alta de exportação da produção. Sem um sistema de planejamento central da economia e um sistema autoritário de governo muito provavelmente os progressos até agora alcançados não teriam sido possíveis. Sistemas de poder central ditatorial com imposição draconiana da obediência e da disciplina são tradição na história dos impérios na China, da mesma forma como a execução de obras gigantescas com enormes sacrifícios humanos. O planejamento central da economia soube combinar a configuração de grandes conglomerados estatais com uma participação de iniciativa privada na economia. Atraídos pelo imenso mercado interno, que ainda está se formando, as empresas das sociedades desenvolvidas se estabeleceram na China, contribuindo para o desenvolvimento. Também são notórios os esforços chineses pela educação e no contexto da redução das emissões de GEE. A China ambiciona recuperar uma posição de potência no ambiente global. Esta percepção pode ser sumarizada no conceito de Soberania (*4).

Esta anteposição de percepções irreconciliáveis à primeira vista requer uma administração diplomática de tensões com base em interesses comuns – e da humanidade – para além do momento atual. O desenvolvimento do mercado interno na China, já iniciado, reduziria a dependência das exportações e facilitaria a redução do endividamento dos Estados Unidos. A tarefa da redução das emissões de GEE dos dois maiores emissores representa um potencial de ocupação para ambas as partes. O conceito dos Direitos Humanos pode ser combinado de forma mais nítida com a ocupação com produtividade e renda mínima para garantir um conforto mínimo eticamente aceitável.

Os dois países com as maiores economias e também com as maiores emissões de GEE, provavelmente, ainda estarão impossibilitadas de aderir a compromissos formais de metas de redução de emissões: Os Estados Unidos por conta da imprevisibilidade da aprovação no congresso das leis para a reestruturação da matriz energética. A China devido à dependência do carvão para a geração da energia necessária para o desenvolvimento social.

De qualquer forma é questionável se acordos internacionais, que afetam o bem-estar de populações, tenham eficácia maior que de pressão moral por parte da comunidade global, visto que Responsabilidades, em princípio, são desempenhadas soberanamente.

Um dos principais problemas da contenção das emissões globais de GEE, ou seja, da limitação das Mudanças Climáticas, reside no aumento das emissões resultante do desenvolvimento econômico, que teriam de ser limitadas localmente e compensadas por diminuições em outras regiões.

Em muitas sociedades a ocupação e a renda foram severamente prejudicas por crises financeiras. Elas foram causas por desrespeitos de regras de boas práticas de gestão de crédito pelo sistema financeiro ou por vícios de déficits fiscais 4,5 com acúmulo de dívidas públicas pelos políticos / governos. Numa situação com economias sustentáveis não deverão ocorrer transtornos evitáveis. Na União Européia se esboçam primeiros acordos supranacionais sobre a observação e o monitoramento de regulações fiscais e do crédito. Mas ainda não estão em vista critérios de punição aos causadores das crises presenciadas.

Atualmente, em todas as sociedades, mesmo nas consideradas desenvolvidas, as políticas econômicas ainda são orientadas exclusivamente ao crescimento. O objetivo político é o pleno emprego. Isto significa que não há nenhuma consideração sobre restrição de consumo de recursos naturais, quer dizer sobre redução do footprint, ou a respeito da distribuição global da ocupação e da renda a fim de melhorar o acesso à alimentação. Os progressos, que ocorrerem, são “difusos” e resultam de mudanças comportamentais, de uma crescente observação das possibilidades de reciclagem, do desenvolvimento tecnológico, do deslocamento de produções para regiões periféricas com custos de mão de obra mais baixos, pela iniciativa privada (“maquiladoras” no México, nos países da Europa Oriental, no norte da África e no sudeste da Ásia).

É inquestionável que tem progredido o estabelecimento de uma cultura da atenção ao Meio Ambiente e a problemas sociais no âmbito da iniciativa privada. A Responsabilidade Social Corporativa – RSC / SCR – é reflexo da adaptação das empresas às novas exigências das sociedades, da preocupação da aceitação dos produtos e da marca, de esforços de racionalização de custos tendo em vista a competitividade. Entretanto, por mais significativos que forem os resultados publicados das iniciativas empresarias – por exemplo, no Carbon Disclosure Project (*S4) – o problema da Sustentabilidade não será resolvido sem um esforço decidido dos Estados via legislação, incentivos e investimentos diretos uma vez que são atingidas grandes contingentes humanos e extensas áreas territoriais.

Os desenvolvimentos tecnológicos em curso terão influência decisiva no sucesso da dos esforços pela Sustentabilidade. O noticiário sobre fontes renováveis de energia, transportes com menores emissões de GEE, bioquímica, informática, tecnologia da saúde etc. é intenso. Alguns desenvolvimentos recentes, como a geração eólica, já são utilizados em grande escala em muitos países. A geração heliotérmica, os biocombustíveis e os acionamentos elétricos e híbridos deverão se consolidar ao longo dos próximos dez anos.

Cresce a influência da informática, além da televisão, na informação e na comunicação entre cidadãos, na formação da opinião pública e, por conseqüência sobre desenvolvimentos políticos. Inicialmente foram a internet e a velocidade da disposição de alocações financeiras, que ele proporcionou, os indutores da idéia da globalização.

Globalização continua sendo um conceito difuso. Sintetiza uma percepção da maior interdependência dos países em virtude da produção menos centralizada nos países até agora produtores do desenvolvimento da tecnologia, da economia liberal e praticantes de regimes democráticos; da exposição comum aos sintomas das mudanças climáticas, da integração e da velocidade dos fluxos financeiros, da comunicação através das fronteiras via sistemas de informática de alcance global, da emergência de instituições e compromissos supranacionais (Protocolos de Montreal.e de Kyoto, OMC, PNUD, PNUMA etc.), do alcance de crises financeiras. Mesmo em conseqüência da dificuldade de compreensão das ocorrências e da impossibilidade de prever os desenlaces das mudanças, a globalização é, muitas vezes, percebida como ameaça. Também estão presentes ressentimentos e preconceitos de natureza ideológica.

A meta global da contenção das mudanças climáticas, agora expressada em limites de concentração de GEE na atmosfera – vide Introdução -, impõe uma maior objetividade nas discussões. Além disso, já existem estudos e mesmo alguns exemplos bem sucedidos, que demonstram que os receios a respeito de possíveis perdas de competitividade em conseqüência de iniciativas orientadas para a Sustentabilidade são exagerados.

Do cenário futuro desejável.

Falta ainda uma visão compartilhada de uma situação futura desejável, por cuja realização todas as sociedades se possam engajar sem restrições e voluntariamente, motivadas tanto pelo interesse próprio no prazo imediato, como pela percepção da Responsabilidade pelas condições de bem-estar de toda a humanidade num prazo distante de algumas décadas. De tal meta global participariam:

- A já citada limitação das Mudanças Climáticas, absolutamente necessária, e expressada de forma irretocável por Lester Brown (*6) nos termos “…is to reestablish a balance between carbon emissions and nature’s capacity to sequester carbon by cutting net carbon dioxide (CO2) emissions 80% by 2020. This will halt the rise in atmospheric CO2, stabilizing it below 400 ppm…… It will help keep future temperature rise to a minimum.”. É fato que os estudos atuais adotam concentrações finais mais elevadas e prazos mais dilatados.

- A realização do equilíbrio de emissões e seqüestros pressupõe a realização da meta da superação da dependência dos combustíveis fósseis em uma grande parte das economias.

- Um segundo equilíbrio a ser necessariamente alcançado é o do consumo de produtos naturais e a capacidade da natureza de reproduzi-los.

- A dimensão social da situação desejável pode ser expressa pela eliminação da pobreza com todas as famílias auto-sustentando condições de bem estar eticamente aceitáveis. Seria uma dimensão dos Direitos Humanos.

- Conjuntamente as duas últimas metas requerem uma limitação do número total de habitantes do planeta.

- A observação de critérios na gestão econômica e financeira garantiria a ausência de crises de ocupação e renda

O objetivo aqui não é uma lista completa de metas que, quando realizadas, configurariam uma situação futura desejável, que seria uma Situação Sustentável. Considera-se que a lista demonstra, sem requerer explicações, que existe uma base ampla para um consenso entre todas as sociedades sobre uma futura situação desejável – e necessária – subjacente a todas as discussões, mas que ainda não foi explicitado.

HH

Parte II será publicada nos próximos dias.
Abraços a todos.

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31° Fórum Brasileiro de Processos – 24 de Fevereiro de 2011


SUA PRESENÇA É MUITO IMPORTANTE….PROGRAME-SE!!!!!
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AGUARDO VOCES POR LÁ.
ABRAÇOS A TODOS.

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Cervo-do-pantanal

Amigos,

Uma jovem fêmea cervo-do-pantanal morreu ao tentar cruzar cerca de arame-farpado. Na época da implantaçao, nós da APOENA, fomos contra esse tipo de cerca mas um funcionário do Incra – um tal de João Francisco – decidiu que esta sería a melhor solução e fez.

O resultado está aí infelizmente. Outros – assim como outras espécies – podem estar morrendo pelo mesmo motivo sem que a gente saiba….

É isso aí.

Acessem o link abaixo, se não conseguirem entre no site da Apoena, é fácil, em noticias já vai aparecer a foto.

http://www.apoena.org.br/noticias-detalhe.php?cod=637

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Abs

Djalma Welfort
Presidente da Apoena

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Pronunciamento Contábil à PME – SEMINÁRIO 10/02/2011

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Clientes INSADI R$ 200,00

Recomendo a participação, conteúdo aprovado.

Abraços e uma boa semana

Dieter Kelber
Presidente Executivo
INSADI – 10 ANOS DESENVOLVENDO PESSOAS E PROCESSOS