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RELEASE: “Workshop ensina como executar uma Gestão de Mudança na prática.”

O INSADI, oferece nesta Oficina Executiva orientações e metodologias práticas que irão contribuir para que seus participantes beneficiem de forma valiosa suas organizações quando estão planejando ou efetuando mudanças importantes para se colocar em posição de concorrer e ter êxito no mercado global de hoje e no século XXI.

Agosto de 2011 - O Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual – Insadi, que comemora este ano “10 ANOS DESENVOLVENDO PESSOAS E PROCESSOS” realiza no dia 19 de agosto a oficina executiva “A Gestão de Mudanças na Prática”. O objetivo é fornecer aos participantes os conhecimentos, metodologias e ferramentas, de uso imediato, que permitam, ao serem aplicadas em suas empresas, garantir que a gestão da mudança se permeie em toda a organização e seja incorporada em sua cultura organizacional. Mudar e ser bem-sucedido, mesmo em condições adversas é o foco.

A oficina executiva será realizada nas instalações de treinamento executivo do Insadi, localizada na Rua Bela Cintra, 746 – 7º andar. Para mais informações pelo telefone (11) 3259-0505, site www.insadi.org.br ou e-mail eventos@insadi.org.br.

PROGRAMAÇÃO
Oficina Executiva: A Gestão de Mudanças na Prática
Data: 19 de agosto de 2011
Horários: 08h30 as 17.30hs
Investimento: R$ 1.250,00
Objetivo: esta oficina oferece orientações e metodologias práticas que irão contribuir para que seus participantes beneficiem de forma valiosa suas organizações quando estão planejando ou efetuando mudanças importantes para se colocar em posição de concorrer e ter êxito no mercado global de hoje e no século XXI.
Instrutor: Dieter Kelber – Especialista em Gestão de Pessoas, Processos e Mudanças Organizacionais e Criador do Conceito do Lidestor
Local: Espaço de Treinamentos do Insadi
Endereço: Rua Bela Cintra, 746 – 7º andar – Consolação – São Paulo – SP

Assessoria de Imprensa
Denise Rachel – Jornalista
Fones: 11 3259-0505
denise@insadi.org.br
Twitter: @INSADI

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“AMBIENTE ORGANIZACIONAL SAUDÁVEL” PREMISSA INDISPENSÁVEL PARA OBTENÇÃO DA PERFORMANCE DOS NEGÒCIOS, DAS PESSOAS E DOS PROCESSOS.

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Um Ambiente de Trabalho Saudável equivale à formação de uma cultura na organização. A cultura não é localizável numa seleção de seções da organização, mas tem de permear a estrutura inteira. A formação de uma cultura constitui um processo de auto-aprendizado realizável exclusivamente por uma prática de tentativas insistentes abordando simultaneamente um número grande de aspectos tangíveis e intangíveis, muitos dos quais vinculados à formulação e à realização de metas acompanhadas por medições de indicadores.

É evidenciado, que todos os elementos ao comporem o Ambiente de Trabalho, que se deseja Saudável, ou seja, proporcionador de Performance, se influenciam reciprocamente. Destaca-se nesta composição o peso que tem o comportamento e o desempenho do Responsável Formal, quando reconhecido como exemplo. O mesmo também representa diante dos colaboradores a cultura da gestão do trabalho, dos processos e das pessoas pretendida pela organização. A visão do empreendedorismo, com a concessão de espaços de liberdade para a iniciativa, e a valorização das ações responsáveis necessitam de ser cultivadas ao longo de toda a linha de liderança e gestão.
Diante da visão do cenário, das informações disponíveis e, principalmente, do histórico da economia brasileira, a sua empresa está preparada para aproveitar as oportunidades latentes do momento para Não confie apenas nas experiências adquiridas de sua empresa. Performance e Inovação dentro de um Ambiente Organizacional Saudável farão a real diferença. Venha ver no BPD 2011, através do 4º Congresso Internacional de Processos de Negócios, como as empresas de sucesso atravessaram a crise e estão despontando nos seus indicadores de crescimento e resultados, seja aqui, no Brasil, ou nos demais Países.

[photopress:insadipress.jpg,thumb,alignleft] Denise Rachel – Jornalista
Fones: 11 3259-0505
denise@insadi.org.br
Twitter: @INSADI

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O que é agir com Responsabilidade?

Por Harald Hellmuth
[photopress:hh.jpg,full,alignleft] Entende-se que quando se age com Responsabilidade se parte de uma atitude, de um impulso íntimo, de atender a valores reconhecidos. Exemplos:

1. Reconhecimento da VIDA como valor supremo: Motiva a dedicação a objetivos como a Sustentabilidade Ambiental – a preservação do Meio Ambiente – e a Extinção da Miséria, a principal meta de Sustentabilidade Social.
Evidentemente, é o ponto de partida para movimentos pacifistas, assim como da condenação do terrorismo com a prática de suicídio assassino.
Motiva também a economia no consumo de recursos como energia, água e materiais, tanto na produção como pelos consumidores e o descarte seletivo de resíduos para encaminhamento ao reaproveitamento e à reciclagem.

2. Empenho por metas de uma organização provedora de renda – sustento material – para os participantes e as respectivas famílias.
– Desistência de remunerações exorbitantes para altos executivos.

3. Observação de práticas recomendadas, baseadas na experiência, como:
– a inibição da concessão de créditos não resgatáveis – gerando títulos podres – tanto para famílias e organizações, como para estados, e
– a limitação da alavancagem nas organizações financeiras a proporções que não ponham em risco a liquidez e os recursos dos depositantes, além da
– abstenção da comercialização dos títulos podres, o que caracteriza fraude.
Corresponde a comportamento responsável de organizações de crédito pelo Bem-Público, um elemento da dimensão econômica da Sustentabilidade.

4. Abstenção de corrupção, ou seja, de desvio de recursos públicos para benefício pessoal, o que caracteriza “enriquecimento não justificado” à custa da sociedade.

5. Orientação segundo o imperativo categórico, formulado por Kant: Age de maneira tal que a máxima de tua ação possa valer como princípio de uma lei universal.

Todos os exemplos têm em comum de se basearem em decisões voluntárias, isto é, tomadas em liberdade e com reconhecimento dos interesses e das interdependências comuns.

Saudaçoes
H.H.

obs. Veja a NOVA programaçao do INSADI e monta sua agenda!!
Esperamos por voce.

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O Papel do Gestor na Condução das Pessoas e dos Processos

Insadi mostra em sua oficina executiva como os gestores devem gerenciar suas equipes em um ambiente de negócios em que pessoas, processos, tecnologia, projetos e constantes mudanças estão presentes no dia a dia das empresas.

Junho de 2011 – O Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual – Insadi, que comemora este ano “10 ANOS DESENVOLVENDO PESSOAS E PROCESSOS” realiza no dia 01 de julho a oficina executiva “O Papel do Gestor na Condução de Pessoas e Processos”. O objetivo é mostrar aos lideres e gestores como aliar o relacionamento com os colaboradores com o contexto da mudança de gestão nas organizações, de uma estrutura mais funcional para uma estrutura mais matricial, para que consigam liderar e gerir, bem como participar de equipes em ambientes de mudança de forma sistêmica, eficiente e eficáz. A busca da Performance marca cada instante da oficina.

A oficina executiva será realizada nas instalações de treinamento executivo do Insadi, localizada na Rua Bela Cintra, 746 – 7º andar. Para mais informações pelo telefone (11) 3259-0505, site www.insadi.org.br ou e-mail eventos@insadi.org.br.

PROGRAMAÇÃO
Oficina Executiva: O Papel do Gestor na Condução de Pessoas e Processos
Data: 01 de julho de 2011
Horários: 08h30 as 17.30hs
Investimento: R$ 1.250,00
Objetivo: Mostrar aos lideres e gestores como aliar o relacionamento com os colaboradores com o contexto de mudanças de gestão nas organizações e assim alcançar uma excelente performance.
Instrutor: Dieter Kelber – Especialista em Gestão de Pessoas e Processos e Criador do Conceito do Lidestor
Local: Espaço de Treinamentos do Insadi
Endereço: Rua Bela Cintra, 746 – 7º andar – Consolação – São Paulo – SP

Para inscrições e outras informações clique aqui

Assessoria de Imprensa

Denise Rachel – Jornalista
Fones: 11 3259-0505
denise@insadi.org.br
Twitter: @INSADI

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O PAPEL DO GESTOR NA CONDUÇÃO DE PESSOAS E PROCESSOS

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Garanta a sua vaga nesta oficina executiva do INSADI. A turma está confirmada pois não depende de quórum mínimo. Para melhor aproveitamento dos alunos as vagas são limitadas a 8 participantes.

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Para detalhes da oficina CLIQUE AQUI

Acompanhe sempre a programação do INSADI. Novas e inéditas oficinas em breve na grade de formação profissional e pessoal para quem quer ter umdiferencial.

Abraços e uma excelente semana

Dieter Kelber – Presidente Executivo

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Carta ao Arnaldo Jabour

Por Harald Hellmuth
[photopress:hh.jpg,full,alignleft] Prezado Arnaldo Jabor.
Parece que você está perdido no seu mundo de “intelectual”. Para mim os intelectuais nada produzem mas falam e escrevem sobre os outros.
E ainda julgam que pertencem a uma “classe superior”, como transparece de suas próprias confissões. Na verdade, Arnaldo, não precisaria publicar as sua agruras sexuais juvenis, pois não são de “interesse público”. É puro exibicionismo. E precisaria se conscientizar de que a grande maioria das mulheres não freqüenta a Caras, nem é fútil; basta você voltar a sua atenção para o mundo das trabalhadoras. Tire o Nelson Rodrigues de sua mente superada; é doença carioca de outros tempos. Ter o dom de escrever bem não autoriza escrever qualquer coisa.
Sugiro que leia de Peter Drucker “Post-capitalist society”. Contém muito que deve ser do seu interesse com a vantagem de não virm do caldo de cultura no qual está atolado. Faço esta sugestão supondo que gostaria de contribuir positivamente para a evolução do mundo, mesmo não tendo imagem do que será o futuro. Aliás: A idéia de construir o futuro foi vício de soberbos recalcados, nazistas e comunistas igualmente. Por sinal: Os comunistas foram os primeiros a proclamarem indecências; os nazistas constituiram uma reação – o medo foi um dos seus facilitadores. Chorar um disso desencanto chega a ser a persistência numa imoralidade, de que poucos engenheiros, médicos e administradores padeceram. Não é verdade que os valores não estejam mais em voga. Uma expressão dessas só pode ser fundamentada em alienação da realidade … produtiva… com uma dose de arrogância. Irrelevância mesmo. Basta voltar os olhos para o que acontece no mundo árabe, que também, supostamente, goza de sua simpatia. E Kant ainda vale.
Saudações
H.H.

obs.: Veja a nova programação do INSADI e monte sua agenda!!!
Todas as Oficinas Executivas do INSADI tem as suas turmas confirmadas. Com turmas de no máximo 8 alunos garante-se um aprendizado de alta performance.
Garanta já a sua vaga, o tempo voa !!!!
Abraços.

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MODELOS DO MERCADO FINANCISTA

Por Harald Hellmuth
[photopress:hh.jpg,full,alignleft] Kenneth Rogoff – Ex-economista-chefe do FMI, foi conselheiro do governo dos Estados Unidos e fez parte do comitê dirigente do Federal Reserve – disse em entrevista ao OESP em 08.05.2011, pág. B12:
“Modelos de mercado perfeitos criaram falsa segurança e contribuíram para a crise global” e “o desfio agora é incluir as imperfeições do mercado financeiro nos modelos utilizados por economistas e bancos centrais”.
Ao cidadão leitor diletante se impõe uma questão desconcertante: Então os economistas na cúpula da gestão econômica se orientam exclusivamente pelos resultados de cálculos de modelos dos mercados financeiros? Tratar-se-ia de uma total abstração do mundo real das operações da gestão bancária, sem falar da economia real da produção e do consumo.
É, efetivamente, espantoso que ocorrências, que levaram às crises e já foram amplamente comentadas, não constam na abordagem de Kenneth Rogoff, como:
- A concessão de créditos com aparente segurança hipotecária a credores conhecidamente incapazes de honra os compromissos foi estimulada pelo governo americano, empenhado em estimular a economia através do aumento do consumo. A operação, além de caracterizar uma infração às boas práticas da gestão de crédito, desconsidera que os recursos dos créditos são patrimônio de depositantes, que são expostos a risco, não por incompetência ou imprudência, mas em plena consciência da infração contra a confiança depositada. Assim visto, trata-se de um crime contra o patrimônio, que, eventualmente, não foi ainda tipificado.
- A venda de títulos sabidamente “duvidosos”, configura enganação, ou seja, fraude. A ocultação da inconsistência – na verdade do risco não sanável – em títulos compostos artificialmente, configura um agravamento de fraude. A concessão de classificação de alta qualidade de risco por instituições pagas pelos bancos interessados – já constitui ato criminoso em terceiro grau. Como podem estes fatos serem ignorados ou encobertos por argumentações com “modelos financeiros”?
- Alavancagem constitui um recurso para a expansão do negócio de crédito dos bancos. Mas existem critérios de boas práticas para manter os riscos em limites. Estes limites foram transgredidos sem que os bancos centrais interferissem, particularmente o Federal Reserve. A bolha de crédito acabou implodindo, como muitos previram. Teria implodido também se não fosse causada pela euforia de movimentações – negociatas – com os títulos fraudados. Afim de evitar que a economia caísse numa depressão em virtude de uma quebra generalizada das instituições de crédito – bancos etc. – recorreram-se a recursos do tesouro, ou seja do contribuinte. Sendo os bancos instituições da iniciativa privada com responsabilidade pelo bem-estar público – pelo funcionamento da economia – não podiam quebrar, mas não foram – ainda ? – intimados a responder por gestão imprudente dos recursos dos depositantes, como se deveria esperar que o fossem. Nenhuma explicação da responsabilidade foi também exigida do Federal Reserve, até agora.
- As crises financeiras de países europeus foram causadas por déficits fiscais acumulados em dívidas excessivas. Cabe aqui apenas constatar que também se tratam de exemplos de transgressões de conhecidas boas práticas de gestão, nesses casos originadas por interesses políticos de curto prazo. A ocorrência de danos implica no questionamento de responsabilidades, tanto do lado dos devedores, como por parte de credores, que administram recursos de terceiros.
Constata-se, que nos quatro exemplos da história recente, acima resumidos, as causas dos desequilíbrios financeiros podem ser identificadas em ações de gestão com transgressão consciente – intencional – de regras conhecidas. Assim sendo, deve-se concluir que os modelos matemáticos da economia financeira podem ter utilidade acadêmica para a geração de conhecimentos no âmbito da teoria, mas não contribuirão para evitar que se repitam os erros de gestão.
H.H

obs. Veja a NOVA programaçao nova do INSADI e monta sua agenda!!
Esperamos por voce.

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“Carta a um filósofo – O Estado não pode tudo.”

Por Harald Hellmuth

[photopress:hh.jpg,full,alignleft] Acabo de ler a sua entrevista na VEJA. Está tudo certo e de acordo com Douglass C. North em “Institutions, Institutional Change and Economic Performance”. As instituições tratam do que o “estado – originalmente o monarca – não pode, e dos “não pode” em geral. E existe a tentação do autoritarismo a solapar as liberdades calçadas nas limitações do poder, como o Senhor aponta. Mas não deveria se restringir à queixa. Por mais justificada, que ela seja, se apresentada sem algo mais e de conteúdo construtivo, se assemelha a lamúria.
A meu ver faltaram, no mínimo, duas constatações:
- Primeiro, que a liberdade precisa ser reconquistada ou reafirmada todo dia e,
- segundo, que liberdade implica em exercício de responsabilidade.
- Acrescentando, terceiro, a responsabilidade não é restrita ao cumprimento dos “não pode” por discernimento, percepção e livre-arbítrio, como postulou Kant, mas engloba também uma dimensão positiva, sem a qual as liberdades democráticas não se sustentam. O “Cidadão Responsável” há de se empenhar não só pela conservação dos espaços de liberdade, como também pelo desenvolvimento do bem-estar da sociedade e pela conservação das condições de sobrevivência da humanidade. Estas dimensões da responsabilidade não eram ainda perceptíveis antes da revolução industrial.
Enquanto o cidadão limita a sua ação democrática ao comparecimento às urnas esperando depois que os eleitos “resolvam os problemas”, os cidadãos permanecem na condição de súditos. A Democracia só funcionará se os eleitos forem controlados, punidos por transgressões e, sobretudo, se receberem instruções da sociedade civil a respeito de metas desejadas e necessárias segundo os critérios de responsabilidade. Antes de tudo democracia resulta – se constitui – de instituições informais, ou seja, de percepções ativadas.
Assim visto, as transgressões de caráter totalitário, que o Senhor acusa, são sintomas: Sintomas preocupantes, mas sintomas de segundo ou terceiro grau de importância para o funcionamento de uma “Democracia Madura”, do que estamos a muitas léguas de distância num cenário em que o governo impõe obras absurdas e desnecessárias como Belo Monte – agora com propaganda oficial na imprensa – e as oposições, por “esperteza oportunista”, participam da cobertura de custos da campanha eleitoral através de recursos do orçamento não previstos por Lei, sem clamar pela regulamentação.
Parece que o trabalho de conscientização da sociedade reclama um Hércules.

H.H

P.S. – Não deixe de consultar os programas de treinamento do INSADI, benchmarking educacional na área de BPM.

INSADI 10 ANOS DESENVOLVENDO PESSOAS E PROCESSOS

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OFICINAS EXECUTIVAS INSADI – TODAS TURMAS CONFIRMADAS

Garanta a sua vaga nas oficinas executivas do INSADI. Todas as turmas estão confirmadas pois não dependem de quórum mínimo.

INSADI 10 ANOS DESENVOLVENDO PESSOAS E PROCESSOS

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Para detalhes de cada oficina CLIQUE AQUI

Acompanhe a programação do INSADI. Novas e inéditas oficinas embreve na grade de formação profissional e pessoal.

Abraços e uma excelente semana

Dieter Kelber – Presidente Executivo

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GESTÃO DO TEMPO: COMO CONSEGUIR MAIS COM MENOS

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PARA MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE A OFICINA CLIQUE AQUI

Todas as Oficinas Executivas do INSADI tem as suas turmas confirmadas. Com turmas de nomáximo 8 alunos garante-se um aprendizado de alta performance.

Garanta já a sua vaga, o tempo voa !!!!

Abraços e um excelente fim de semana.

Dieter Kelber – Presidente Executivo